CRUSTÁCEOS DO BRASIL

CLASSE CRUSTÁCEA

São animais do filo Arthropoda, representados por camarões, siris, caranguejos, cracas, lagostas, além de espécies da microfauna, totalizando cerca de 26.000 espécies. O nome da classe vem do fato de terem um exoesqueleto de quitina endurecido pelo acúmulo de carbonato de cálcio, (do latim, crusta = carapaça dura). A maioria das espécies é marinha, existindo também na água doce e salobra, mas há  espécies terrestres, como o tatuzinho-de-jardim. Diferenciam-se dos demais artrópodos mandibulados por possuírem dois pares de antenas. O corpo, nos crustáceos mais evoluídos, pode ter 19 segmentos e é dividido em três tagmas: cabeça, tórax e abdômen; a cabeça é fundida ao tórax, e o conjunto chama-se cefalotórax. Como o exoesqueleto é rígido, deve ser mudado para permitir o crescimento do corpo. Nos jovens, essa muda geralmente ocorre a cada duas semanas, e nos adultos, duas vezes por ano. Antes da muda, as camadas de cutícula velha são digeridas, o cálcio é reabsorvido, um novo esqueleto mole cresce por baixo, separa-se do velho, enquanto os músculos e outras estruturas dentro das extremidades amolecem e diminuem de volume. A velha cutícula abre-se dorsalmente, entre a carapaça e o abdome, e o animal sai do velho exoesqueleto. Nessa ocasião, o intestino absorve muita água para aumentar o volume do corpo e distender a nova cutícula. O animal fica escondido até que a nova cutícula endureça.

 ARATU

 BARATINHA-DA-PRAIA

CAMARÃO-ROSA

 CARANGUEJO-ARANHA

CRACA

LAGOSTA

 LEPA

 MARIA-FARINHA

PAGURO

 SIRI-AZUL

 CORRUPTO

 UCA

 UÇÁ

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